Rizek compara desempenho de atacantes do Brasil com impacto de Haaland: "Números são ruins"

Rizek compara desempenho de atacantes do Brasil com impacto de Haaland:

O Brasil enfrentará a Noruega de um Erling Haaland que tem mais gols do que jogos pela seleção, contando com atacantes que, em uma soma sem Neymar, não chegam aos números do centroavante norueguês.

Haaland já marcou 60 gols em 53 jogos pela seleção da Noruega - uma média de 1,13 gol por jogo. Excluindo Neymar, que tem 79 gols em 129 jogos pelo Brasil, os demais atacantes brasileiros possuem menos gols do que o jogador norueguês. São 42 - 18 a menos do que a Haaland.

– Isso mostra algumas coisas. Primeiro, como o Haaland é importante na Noruega. Olha que absurdo. Tem 60 gols em 53 jogos pela Seleção. É mais de um gol por jogo. É obsceno. Se tirar o Neymar, você vê os outros jogadores do Brasil, os números deles são ruins – destacou o apresentador André Rizek.

Na sequência do programa, os comentaristas debateram como é possível parar Haaland no jogo deste domingo, às 17h (de Brasília), no estádio Nova York / Nova Jersey, nos Estados Unidos.

— Dentro da área, para mim, ele fulmina. Ele faz o gol. Se você deixar, se ele ganhar posição e antecipar, ele faz o gol — alertou D'Alessandro.

— Como marca o Haaland? Se a bola chega para ele na área, por melhor que seja o zagueiro, e os nossos são ótimos, eu acho difícil. Ele é muito grande e forte, chuta com os dois pés, cabeceia e gira rápido. Ele é um tanque. O segredo é tentar fazer com que a bola não chegue nele — analisou Rizek.

O Seleção Copa ainda debateu o impacto que a entrada de Endrick teve na segunda fase contra o Japão e se pode ser uma opção para o lugar de Lucas Paquetá, embora os comentaristas concordem que um meio-campista deve ser o substituto.

— Criou-se no imaginário popular que, se o Endrick jogasse, ia dar chapéu e caneta e fazer quatro gols. Ele jogou 45 minutos e, embora não tenha jogado, não foi à altura da expectativa dos memes — iniciou Rizek.

— Mas mudou. Ele, individualmente, não fez uma partida talentosíssima, mas mudou a equipe e ajudou o coletivo. É um jogador que ele se escala — interveio Paulo Nunes.

— Os 45 minutos que a Seleção fez, ninguém. Eu creio que ninguém, ninguém fez. Bruno Guimarães pode ser. Fora isso... É individual de fazer pressão e ajudar na pressão alta. De pegar bola e arrancar, arrastar, roubar a bola na entrada da área. Ele está fazendo tudo que é possível no tempo que lhe é dado — completou Felipe Melo.

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