
O técnico Luis de la Fuente apontou que a Espanha está evoluindo na Copa do Mundo e fez ressalvas sobre o favoritismo da França no Mundial. O treinador ainda garantiu que Lamine Yamal está pronto para jogar toda a partida contra a Áustria, às 16h (de Brasília), pela segunda fase, e que teve um "milagre" no departamento médico.
De la Fuente foi questionado se a França é a grande favorita da Copa. Para ele, sim, mas com um porém.
- Eles são um dos grandes favoritos, mas isso não é novidade. Equipes que eu considerava favoritas também foram eliminadas da Copa. A França está indo muito bem, mas o importante é estar em boa forma para as oitavas de final e vencer todas as outras equipes - destacou o técnico.
Sobre Yamal, o treinador da Espanha garantiu que o atacante poderá atuar a minutagem necessária no jogo decisivo.
"Ele está pronto para jogar o quanto for necessário. Temos sido muito cuidadosos com o cronograma. Veremos se ele joga (risos)"
Luís de la Fuente Espanha — Foto: REUTERS/Daniel Becerril
De la Fuente foi questionado sobre as declarações de Lamine Yamal. O atacante se mostrou otimista quanto ao título da Copa do Mundo.
- Ele está otimista e muito seguro de suas habilidades e das de seus companheiros de equipe. Estamos cientes do nosso potencial. Essas são palavras muito positivas."
"Recuperação milagrosa"
De la Fuente ainda celebrou a recuperação de Yéremi Pino. O ponta, segundo o técnico, treinou normalmente, assim como Victor Muñoz. Também falou sobre a situação de Nico Williams, que está fora do jogo contra a Áustria.
Nico Williams está fora do jogo contra a Áustria — Foto: Reuters
- A recuperação do Yeremy foi milagrosa. Não é nada grave. Ele treinou normalmente. O Víctor também treinou normalmente, mas não compete há algum tempo e, dependendo de como for a partida, veremos... E o Nico, graças a Deus, está com um leve desconforto. Isso o impede de jogar amanhã, mas estamos muito otimistas e, se tivermos a sorte de avançar na próxima partida, ele estará disponível."
Evolução
Para o treinador da Espanha, a seleção está melhor do que no começo da Copa. Mas apontou que agora não há margem para erros no mata-mata.
- Gostamos muito de padrões elevados. Somos os primeiros a exigi-los de nós mesmos. É preciso se adaptar aos adversários. Isso nos prepara para a evolução. A equipe já começa a reconhecer muitas das jogadas automáticas do passado, mas também estamos muito felizes com o que mostramos até agora. Agora não há espaço para erros, temos que vencer.