Seleção na Copa do Mundo: assista à entrevista de Carlo Ancelotti

Seleção na Copa do Mundo: assista à entrevista de Carlo Ancelotti

Fim de coletiva!

Carregando

Últimos destaques

Vídeos em destaque

Resumo

Ancelotti brinca com coletiva tardio e atraso do voo por mau tempo.

- Muito bom, uma experiência viva! Estou muito feliz, a organização antes de hoje era perfeita. Hoje tivemos um pouco de problema, mas isso pode acontecer. É uma experiência muito bonita. Será bonita aconteça o que acontecer. Temos a confiança de que podemos fazer um bom Mundial, mas no futebol tudo pode acontecer. E igualmente é uma experiência muito bonita também se tenho que dar uma entrevista coletiva às nove da noite (risos).

O que indica o Brasil no caminho certo e o que espera ver amanhã?

- Quero ver o jogo que jogamos com o Haiti, porque gostei do jogo. Quero uma confirmação daquele jogo por qualidade, por efetividade na frente, por qualidade no jogo. Uma confirmação no jogo de amanhã pode ser muito boa para nós.

Endrick tem chance de ser titular?

- Endrick pode jogar todos os jogos, pode jogar o próximo jogo e pode jogar em qualquer momento porque tem capacidade para jogar. A torcida empurra muito Endrick, mas amanhã temos também Neymar. Vão apoiar Neymar ou Endrick? Acho que vão apoiar os dois.

Que desafios imagina para amanhã contra a Escócia e o que pensa do time rival?

- Vai ser um jogo difícil. A Escócia tem qualidade, são lutadores e têm boa organização. São muito bons jogadores, tem ótimas individualidades. McTominay e McGinn têm muita experiência para jogar esse tipo de jogo. Vai ser um jogo difícil, como sempre.

Esse é o momento que vai acontecer a atuação que imagina?

- Estamos focados em tentar melhorar em todos os jogos que vamos fazer. Acho que se amanhã fizermos um bom jogo, estaremos em uma boa situação para o mata-mata que começará.

Está satisfeito com o time?

- Estou satisfeito, mas temos um compromisso muito grande que é brigar por essa Copa. Começamos bem no primeiro jogo, segundo jogo foi melhor. Estamos confiantes que o terceiro jogo será melhor.

Você podia escolher qualquer seleção. Por que escolheu um país latino-americano?

- É uma honra estar no banco dessa Seleção.

Personalidade de Neymar e quanto ele ajuda?

- A atitude de Neymar nesses dias foi muito boa. Conhece muito bem os companheiros, trabalha muito bem e com muita seriedade. Tenta recuperar o máximo possível. Estou muito feliz com ele. Aporta experiência, conhecimento de jogo, ajuda os jovens. Está fazendo muito bem.

Quanto tempo Neymar pode jogar?

- Ele pode jogar. Eu posso jogar 90 minutos caminhando. Está bem, trabalhou muito bem, treinou muito bem. Estou muito feliz com ele.

O que o torcedor pode esperar do Neymar amanhã?

- Neymar está disponível, trabalhou bem essa semana, preparou-se bem para o jogo. Pode jogar com os outros jogadores. Estamos todos muito contentes por ele estar de volta, porque obviamente a qualidade dele pode ajudar muito o time.

Qual a sensação de jogar em Miami, com mais de 300 mil brasileiros?

- A torcida brasileira está em todas as partes do mundo. Vamos ter um grande apoio amanhã, assim como tivemos em Nova Jersey e na Filadélfia. Isso é muito bonito para nós, vai nos dar muita motivação e mais energia.

Está satisfeito com atuação de Paquetá e Casemiro? E no meio?

- Nós temos muita experiência e qualidade no meio-campo. Temos muita experiência no meio-campo. Temos um time completo, estou muito satisfeito com eles, temos características diferentes, mas os jogadores estão mais adaptados ao nosso estilo.

Mudará o sistema, independentemente de quem substituir o Raphinha?

- Eu acho que a estratégia vai ser a mesma que usamos contra o Haiti, será o mesmo. Tentar controlar o jogo, ter um jogo de qualidade no meio, boa saída de bola e efetividade na frente.

Crê que Vini tem o mesmo potencial de definição que Mbappé, Haaland e Messi?

- Acho que sim, no último jogo tivemos também Cunha, que acertou muito bem. Temos potencial na frente, temos que aproveitá-lo, assim como outros times que têm jogadores fantásticos na frente.

O senhor falou que são detalhes que dividem escalação de um ou outro jogador. O fato de ter que alargar o campo pela direita pode pesar na substituição de Raphinha?

- É um desses detalhes obviamente sim. Rayan quando entrou no lugar de Raphinha fez um bom jogo, Rayan tem muito potencial nesse aspecto. Tenho outros jogadores que podem se adaptar a esse sistema, mas se precisamos de amplitude no campo, Rayan pode fazer esse papel.

O que você espera de evolução para o jogo com a Escócia? A Seleção está mais perto do que deseja?

- Temos que tentar repetir o primeiro tempo do jogo contra o Haiti, ter intensidade com bola, ter acertos com bola, evitar erros e perdas de bola. Essa é a linha que temos que fazer. A equipe está melhorando no treino, e eu tenho confiança que vamos seguir melhorando.

Que postura pensa que terá a Escócia?

- É uma equipe forte fisicamente, com uma estratégia muito clara, uma equipe muito organizada. Habitualmente joga no 4-4-2, com muita bola longa, busca jogar por muitos cruzamentos. É um jogo que temos que controlar nesse aspecto.

Tem claro o substituto de Raphinha e pensa em poupar jogadores que têm cartão, como Casemiro e Douglas Santos?

- Não pensamos em outra coisa que não jogar um bom jogo e ganhar o jogo com a melhor escalação possível. O mesmo acontece com os jogadores da frente. Temos ideia clara de quem vai substituir Raphinha, mas não pensamos em cartão, temos que jogar um jogo completo.

Comissão vai acompanhar Marrocos ao mesmo tempo do jogo do Brasil?

- Obviamente não vamos focar no jogo de Marrocos, vamos focar no jogo que temos que fazer, temos que fazê-lo bem. Tentar melhorar depois do jogo com Haiti. A Escócia tem boa equipe, é bem organizada, eles têm oportunidade para se classificarem melhor no grupo. Então não vamos pensar no jogo de Marrocos contra Haiti.

← Sport