
Matheus Cunha comemorou seu terceiro gol na Copa do Mundo, contra a Escócia, repetindo o gesto de surf que havia mostrado nos gols da vitória sobre o Haiti. Mas de onde vem essa comemoração?
Matheus Cunha - Escócia x Brasil - Copa do Mundo — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli
Surfar é um dos hobbys preferidos do camisa 9 da Seleção, e é na água que Cunha recarrega suas baterias para momentos como os desafios que tem enfrentado nos Estados Unidos.
Ele é natural de João Pessoa, na Paraíba, mas subiu na prancha pela primeira vez ao passar férias no Rio Grande do Norte. Foi onde conheceu o campeão mundial e olímpico Ítalo Ferreira, e levou o hábito para a fria Inglaterra, onde mora, defendendo o Manchester United.
É tanto que nos tempos de Wolverhampton, também na Inglaterra, bastava uma folga para Cunha se mandar para um espaço chamado "Wave Garden", em Bristol, e dropar ondas artificiais.
– O surfe apareceu na minha vida em um momento de lazer e descanso – contou Cunha.
– Estava tirando alguns dias de férias em Baia Formosa, no Rio Grande do Norte, e lá pude ter o prazer de conhecer alguns surfistas. Desde então tomei gosto pelo esporte e procuro sempre praticar nos meus momentos de lazer.
– Fiz alguns amigos surfando que estou sempre em contato. Um deles é o Ítalo. Nos falamos constantemente e quando ele está nas águas ligo a TV para torcer. É um hobby e uma maneira de me desligar da rotina pesada que tenho como jogador de futebol.
Matheus Cunha em Brasil x Haiti — Foto: REUTERS/Dylan Martinez